10 months ago + 36,087 notes + via + source + reblog
Hoje eu não sinto mais saudade de você. Não estou dizendo essas palavras para te atingir, me vingar ou fingir que não estou mais nem aí. Só não sinto mais saudade de você. Antes aquela saudade me consumia, fazia meus olhos encherem de lágrimas, fazia meu coração tremer. Hoje tudo isso passou. Procuro no passado o que me fez te querer tanto. Não acho. Você continua bonito, engraçado e sedutor. Mas não vejo mais graça nisso tudo. Não me abalo mais com tanto poder de sedução. O encanto acabou, a magia se partiu, tudo ficou bem terminado aqui dentro. Isso antes me entristecia, hoje me deixa com olhar de paisagem. Não sinto nada. Nem seu cheiro sinto mais. Antes, fechava os olhos e conseguia sentir seu perfume. Passou. Meu Deus, eu achei que nunca ia passar! Pensei que meu sofrimento jamais teria fim. Mas teve. Um fim bonito. Um fim que não deixa nem saudade.
Clarissa Corrêa  (via souimperfeita)
10 months ago + 2,723 notes + via + source + reblog
Eu te amei
como jamais.
Um outro alguém
vai te amar.
LS JACK, via not found  (via souimperfeita)
10 months ago + + 1,062 notes + via + source + reblog

Aquela sensação de que já não sou mais necessário, ou talvez nunca fosse.

10 months ago + 45 notes + via + source + reblog

doce-recomeco:


É improvável eu não sair de noite de dentro de minha residência e observar as estrelas por um segundo. Imaginar uma música de fundo como se fosse a protagonista de um filme romântico. Fico a imaginar o que anda acontecendo pelo mundo naquele instante e percebo que não sou nada, ou deveria não deveria mesmo ser. Me pego pensando, em como seria se estivesse em outro lugar, bem distante de onde estou, bem distante de problemas, ou até mesmo pra conhecer outros lugares. Longe dessa nostalgia e dores de cabeça que várias pessoas provocam. Caminhos errados, difícil de fazer o retorno e viver uma vida normal. Normal não. Ainda haveria problemas que não parecem se resolver. Só permaneço com os olhos fixos para o céu, para as estrelas. Alguém capaz de entender o que se passa dentro de minha mente, quando meus olhos brilham somente de imaginar o simples fato de acreditar em uma vida melhor, um futuro melhor. Quero me imaginar bem distante daqui, ter uma vida diferente, começa-la novamente, em outro lugar, muito além… Além de tudo e de todos. - Giulia Souza  (dr)

10 months ago + 122 notes + via + source + reblog

Eu negaria um beijo se ele não fosse por sentimento, não daria ouvidos a palavras se elas fossem ditas da boca pra fora, não arriscaria o mundo por quem não dá a mínima importância pelo que sinto e o que eu faço com muita dignidade. Não gosto de palavras precipitadas e atitudes em vão. Gosto de abraços apertados, beijos melados e é claro, um pouco de reciprocidade. Prefiro uma companhia nem que seja pelo menos por alguns minutinhos do que algum interesseiro que só se aproxima da minha pessoa quando algum bem o favorece. Com toda certeza, simplicidade me encanta. Disposição para tirar um sorriso bobo do meu rosto e me fazer curtir ao máximo cada gargalhada dada. Assim é fácil de qualquer um ganhar minha confiança. Fazer com que eu me sinta bem com agrados e tendo respeito por seu grande caráter. Definitivamente ganharia meu respeito. Bondade, dedicação, amizade […] Ideal para o que eu procuro, companheirismo. Forma de crescer em parcerias, literalmente deixando a felicidade reinar no cotidiano. É prazeroso ter com quem dividir opiniões, expressar seus sentimentos e até ter idéias como as suas. Parece tudo mais fácil.

(docerecomeço)

10 months ago + 324 notes + via + reblog
Essa manhã eu acordei com o pé esquerdo. Levantei e, ainda no escuro, bati a canela na quina da cama e como se não fosse o suficiente dei de cara com a parede. Aos tropeços caí de joelhos após os três últimos degraus da escada e na cozinha queimei a língua com o café quente. Cortei o dedo ao tentar passar a faca no pão e sem querer acabei dando um pontapé na mesa. E doeu, todas essas minhas trapalhadas me renderam altos xingamentos e palavrões, além de tremendos pontos roxos por todo o meu corpo. Mas sabe, essa dor nem chegou perto do que eu senti quando vi tudo o que eu amava indo embora. Não sei se alguém é capaz de me entender, mas acho que todo mundo já sentiu aquela dorzinha irritante causada pela saudade. Saudade de um parente que foi viajar e não deu mais notícias, do namoradinho de infância que sumiu no mundo, de um brinquedo que você nunca teve. Porém, a mais dolorosa de todas as saudades, é aquela de quem a gente ama. Você sente falta dos lábios macios tocando os seus, dos braços seguros em volta da sua cintura, dos olhos curiosos e cuidadosos te observando atentamente. Mesmo sem querer, você acaba sentindo falta daquele alguém que por muitas vezes você tentou esquecer ou até pensou ter esquecido. É natural, espontâneo e por vezes assustador. O desejo de ter outra vez por perto te domina por completo e você não sabe como escapar. Então você acaba lembrando que aquela pessoa não está ali, que suas vontades não serão saciadas e que na verdade você nem tem notícias daquela pessoa há tempos. Não sabe por onde ela anda, com quem saiu na semana passada e pra onde foi. Nesse momento a saudade vira sinônimo de incerteza. De uma hora pra outra a gente se pega em flagrante pensando sobre o que aquela pessoa está fazendo, se cumpriu as promessas que fez ou se simplesmente as esqueceu. Nos frustramos ao tentar encontrar respostas e nos depararmos com o silêncio. Porque na verdade a gente não sabe. Eu não sei se ele já foi renovar a carteira de motorista como disse que faria ou se teve coragem de fazer aquela tatuagem que tanto desejava fazer. Não sei se ele ainda vai ao Starbucks todas as manhãs como costumava ir ou se já mudou de casa, comprou novos tapetes e jogou fora aquelas tralhas que guardava sem nenhum motivo. Eu não faço ideia se ele já tem outra, e talvez eu nem queira saber se alguém já ocupou aquele espaço que um dia foi meu naquele coração. Eu só gostaria de saber como ele está. Antes era tão fácil, uma sms ou um e-mail e eu não precisava me preocupar sobre por onde ele andava. A ausência dele nunca foi algo com que eu precisasse tomar cuidado, porque ele sempre me deixou uma referência para onde o procurar. Não que isso tenha sido preciso, ele sempre voltava pra mim, quando eu menos esperava ele chegava e marcava presença ao meu lado. Sempre foi assim até o dia que ele resolveu não retornar. Eu o procurei, juro que liguei diversas vezes, fui ao McDonald’s no sábado saber se ele havia passado por lá e cheguei a ir na casa dele no domingo a tarde e o esperei por horas. Nunca soube pra onde ele foi, só sei que pra mim ele não voltou, muito menos se importou. Talvez o amor tenha acabado por parte dele, quiçá aquele sentimento tenha evaporado como água da chuva e ele tenha se esquecido de mim. O problema foi que ele não se deu ao trabalho de levar consigo essa saudade que me entope as veias e não me deixa deixar no passado o que a ele pertence. Depois de horas e mais horas de nostalgia intensa, jogo toda a culpa para tamanha dor nesse meu dia extremamente azarado. Merthiolate não adianta para curar as dores do coração, mas me foi muito útil para amenizar a dor causada por tantas batidas e caminhadas trôpegas. O que me resta agora é arranjar um jeito de matar essa saudade. Vendo-o novamente, adicionando-o novamente no Facebook e convidando-o para irmos naquele barzinho que ele tanto gosta. Eu preciso vê-lo para então poder seguir em frente. Talvez ao enxergar o quão bem ele está, eu enfim tome vergonha na cara e pare de ficar remoendo o passado como eu ando fazendo ultimamente. Qualquer coisa, mas preciso jogar no lixo essa falta que ele me faz e que sei que sempre irá fazer.

Quero dar adeus a essa saudade que me invadiu quando comecei a escrever esse texto e que você provavelmente passou a sentir a partir de agora. - Julia, decliness.

(via decliness)
11 months ago + 1,296 notes + via + source + reblog
Quando a gente gosta
é claro que a gente cuida;
Fala que me ama
só que é da boca pra fora (…)
Caetano Veloso.  (via souimperfeita)
11 months ago + 3,919 notes + via + source + reblog
— Um, dois, três indiozinhos, quatro, cinco, seis indiozinhos, sete, oito, nove indiozinhos, dez no pequeno bote.
— Meu Deus amor, fica quieta.
— Canto tão mal assim?
— Não, mas olha o que está cantando.
— Cultura, uai.
— Cultura infantil.
— Eu sou criança.
— Mas que criança gostosa você é.
— Amor…
— Tô mentindo?
— Sim… Eu tô gorda.
— Onde que tu tá gorda mulher?
— Na barriga, idiota.
— Gostosa.
— Cego
— Tu poderia tá gorda, ter uma perna só, ser careca e mesmo assim eu me apaixonaria.
— E se eu fosse banguela?
— Também.
— E se eu fosse homem?
— Aí não.
Ela ri. — Bobo.
— Sou mesmo.
— Admitiu, as pessoas sempre admitem a verdade.
— Gostosa.
— Já disse que não sou.
— Quanto tempo você vai demorar para admitir a verdade?
— Mas não é verdade.
— Tá bom, gordinha.
Ela faz bico. — Acha mesmo que tô gorda?
— Você tá gostosa.
Ela sorri. — Imbecil.
— Não sou.
— É o que então?
— Imbeseu.
— Bárbara (defectss) E eu sou imbesua.   (via extas-y)
11 months ago + + 146 notes + via + source + reblog

As vezes fico me perguntando ‘porque será que ninguém me quer?’ dai eu me olho no espelho e lembro a resposta.

11 months ago + 26,166 notes + via + source + reblog
Deixa eu dizer que te amo
Deixa eu pensar em você
Isso me acalma, me acolhe a alma
Isso me ajuda a viver…
Marisa Monte   (via souimperfeita)
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